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EPISÓDIO NR. 46 - O JOVEM GENERAL – reflexos e o terceiro discurso

O JOVEM GENERAL – reflexos e o terceiro discurso

O guerrilheiro, o monstro sanguinário, recebeu o veneno do seu uso pessoal: a morte. O país está em alerta. A Esquerda está, aparentemente, surpresa e quase em choque. O sequestro do guerrilheiro Arribias e da presidenta do PS, mais a operação contra o MST no norte do Estado de Xavante acenderam o sinal de alerta. Há um inimigo bem articulado e eficiente em ação.  Há, nitidamente, uma enorme força contrária ao governo e em defesa do povo e, bem claro, essa força não está agindo sozinha. É visível que não há, até o momento, um adversário que impeça o General e a sua tropa de se expandir em qualquer lugar do país e a qualquer hora. Ninguém da Esquerda está imune ou totalmente protegido das garras de Santa Maria. Nasceu a maior aliança de Direita de toda a história do país: o patriotismo e o dinheiro quase sem limite do AGRO e o patriotismo e a coragem sem limites da Resistência Patriótica. A manifestação popular de domingo já é a maior da história: só em Copacabana foram estimados 1,5 milhão de pessoas e na Avenida paulista, em São Paulo, se aproximou dos 2 milhões de manifestantes. O país vai parar na segunda-feira, com os caminhoneiros fechando as principais estradas. Em Santa Maria são 19 horas do domingo. O auditório da Brigada Niederauer está repleto e alguns canais de comunicação ficaram de fora para se atender aos repórteres estrangeiros. Haverá um discurso do General e ele responderá somente uma pergunta, em comum, dos jornalistas do país e somente mais uma pergunta da imprensa estrangeira. O General chega ao recinto. Seus passos são firmes e determinados. Não se nota preocupação no seu semblante, ao contrário, o que se vê é um rosto calmo e confiante. “Boa noite a todos. A Esquerda ataca a identidade nacional, a identidade religiosa, a identidade de gênero, a identidade familiar. Não posso me definir como brasileiro, cristão, homem e pai. Devo ser cidadão “y”, gênero “y”, genitor 1, genitor 2, tenho que ser um número e perder a minha identidade, isto é, me tornarei um escravo. Um escravo do poder comunista. Por que Costa e Silva, em dezembro de 1968, dissolveu o Congresso Nacional e baixou o “AI-5”? Por que o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) , criado em 1924, agia com violência contra os terroristas na década de 1970? Por que o Exército, em 1972-1974, combateu a guerrilha do Araguaia na região Floresta Equatoriana? Por que Figueiredo fez o alerta sobre o fim dos governos militares? Por que a Polícia Federal, na década de 1970, prendia os professores comunistas nas Universidades e que idolatravam Che Guevara? Por que a imprensa do país martelou o tempo todo, anos a fio, depois de 1964, que o regime militar era uma ditadura? Por que todos os países em que a Esquerda tomou o poder se tornaram um lugar de fome, desgraça, miséria e genocídio? Por que pessoas de bem têm ojeriza à Esquerda? Por que os EUA gastaram trilhões de dólares por mais de 60 anos para combater o Comunismo e impedir que ele dominasse o mundo? Por que, em quase um século de governos de Esquerda pelo mundo, mais de 150 milhões de pessoas foram simplesmente aniquiladas por esses fanáticos? Por que milhares de pessoas abandonam tudo o que possuem e fogem dos seus países de origem, por causa da Esquerda que tomou o poder? Por que a Alemanha Oriental comunista construiu, em 1961, um muro para evitar que os seus moradores fugissem para a Alemanha Ocidental livre? Por que os cubanos enfrentam tubarões e o mar violento, deixando tudo para trás, para fugir de Cuba? Por que os venezuelanos fazem o mesmo e fogem para o Brasil? Por que, em 1979 no Camboja, o líder comunista Pol Pot, numa ditadura cruel, matou 1,5 milhão de pessoas, a maioria instruída? Por que a China criou a Revolução Cultural e eliminou os seus mais proeminentes sábios? A Esquerda e suas inúmeras vertentes, como progressismo, integralismo, comunismo, socialismo, social-democracia, bolivarianismo, globalismo, multiculturalismo, essa Esquerda é o pior mal da história da humanidade (extrato de matéria de Caio Coppolla). É por isso que estamos aqui em Santa Maria. Se, por acaso, nos chamarem de violentos, antes se voltem para a violência da história do comunismo no mundo. Se nos acharem bárbaros, antes se voltem para as figuras de Stalin e Mao Tse Tung. Não se defende a pátria contra uma ameaça tão demoníaca com acordos na ONU. Não se conversa com um inimigo dessa natureza, cujas maiores armas são a mentira, o roubo e a crueldade. Esse inimigo não entende a linguagem do bem. Não há conversa com a ideologia de Esquerda, pois nas suas mentes dominadoras não há espaço para Deus, pátria, família e propriedade. Matam e matam todos os contrários à sua dominação”. Termina. O silêncio no auditório, enfim, se finda com um murmúrio geral. Em seguida, o vozerio aumenta e se torna quase incontrolável. As imagens captadas navegam pela Internet. O que ocorre em Santa Maria, nesse momento, chama a atenção do mundo. A primeira pergunta é da imprensa nacional: “A vitória do governo na votação favorável à Reforma Tributária ocorrida na Eclésia recentemente rachou a Direita? Um governador importante para a Direita, o governador de São Paulo, ficou do lado do governo.”. O General agradece ao jornalista e responde: “Pensei que vocês iriam perguntar sobre o Todo Poderoso, afinal a Justiça é comandada por ele. Mas, mesmo assim darei notícias. Ele passa bem e estamos tentando trazê-lo para o nosso lado. Em relação à essa importante votação no Congresso, é sabido que o governo encheu os bolsos de muitos políticos, despejando bilhões de reais em pagamento aos desserviços patrióticos deles, os quais votaram contra a Direita. Não há surpresas, mas há decepção como essa atitude do governador de São Paulo. Qualquer “racha” enfraquece a Direita e fortalece a Esquerda. Não se trata de ganhar ou perder uma votação. Se é importante, poderia continuar a discutir e votar depois, em outra oportunidade. Agora, votar contra o entendimento da Direita é uma grande falha estratégica, pois é escancarada uma desunião real. No Exército nós temos o que se chama “disciplina intelectual”. Significa que um assunto pode ser discutido até esgotar os argumentos e de forma democrática. Porém, quando o comandante decide seguir uma “linha de ação”, então todos passam a defender essa “linha de ação” e lutar com todo o esforço para que ela tenha sucesso, gostando ou não. Nesse caso específico, o “comandante” é a maioria da Direita, com a liderança natural do ex-presidente. Afinal, todos os eleitos da Direita foram “ombreados” pelo ex-presidente e devem ser gratos à sua ajuda. Mas, problemas políticos devem ser solucionados por políticos. É indiscutível a força poderosa que temos que combater. Na área da corrupção o governo é quase invencível. A situação atual é tal que, são muitos os que estão na Eclésia, no governo e na Justiça que dependem diretamente do mesmo governo e da mesma Justiça, então, com todos eles lá, nas suas funções e exercendo influências, é impossível recuperar a liberdade do povo de Santa Cruz. A via pacífica, digamos, a via de “4 linhas”, é uma grande ilusão, para não dizer “anjice” de quem a pratica ou praticou essa via pacífica. Esses canalhas não respeitam leis que protegem pessoas do bem. As leis são lidas e interpretadas conforme a lente deles, o olhar traidor deles. Eles não precisam fazer mais leis. Apenas desrespeitam as atuais e dão a interpretação que mais lhe aprouverem para elas. E, ainda, riem na nossa cara! Há um ditado que diz “quando alguém leva prejuízo, a coisa anda”. Nós levaremos muito prejuízo para eles. Temos a força militar e a força estratégica. Entendam estratégia no seu sentido mais amplo, além das batalhas militares e da geopolítica. Não peço para nos aguardar. Já estamos lá!”. De forma enigmática o General encerra a resposta. Em seguida, o correspondente estrangeiro faz a sua pergunta: “Senhor General. Em tese os recursos do Fundo Amazônia são usados em ações de promoção da sustentabilidade e combate ao desmatamento da região. Na prática, porém, muitas dúvidas surgem sobre a real intenção dos gigantes europeus na Floresta Equatoriana. A suíça está para mandar recursos para esse Fundo. Além da Suíça, os Estados Unidos, a Noruega, Alemanha e Reino Unido já fizeram investidas nesse setor. O senhor pretende “fechar” a Floresta Equatoriana para o mundo e essa atitude pode iniciar uma guerra desses países interessados contra Santa Cruz?”. O General, olha para o repórter e responde: “Não posso responder como alguém que fará uma coisa ou outra. Mas, posso opinar. A Floresta Equatoriana é nossa, do povo de Santa Cruz. Então, não há que se discutir quem é o dono da Floresta Equatoriana e suas riquezas. Somos nós, repito. Porém, o mundo atual permite que se progrida com o auxílio de parceiros internacionais. Certamente sou a favor de parcerias científicas entre governos, sem descartar empreendimentos sustentáveis. Por enquanto, acredito que não se deve “estender o pires” para ninguém, principalmente para o Comunismo e seus parceiros. Em relação à possibilidade de guerra creio que a história da guerra tem as respostas. As grandes navegações, há mais de 500 anos não foram promovidas para se achar mudas diferentes de cravos e rosas.”. Em seguida, o General se levanta e se retira.

Elias Do Brasil

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